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Espaço para leitura e reflexão.

mês

setembro 2017

Você vai. As marcas ficam.

Você vai. As marcas ficam.

Relacionamos-nos diariamente com pessoas de forma real ou virtual. Algumas criamos vínculos, sentimentos e trocamos experiências. Mas nem sempre as relações são duradouras. Na era das relações efêmeras, quando pensamos que será duradouro, a vida nos prega uma peça e o destino nos separam daquela pessoa que estamos gestando um sentimento. Mas a distancia e até mesmo a falta de contato não apaga a marca que ela deixou. E nesse ponto é que sofremos, pois se a marca é boa sofremos pela saudade, relembramos da pessoa em situações do dia a dia, stalkeamos as redes sociais na busca por uma notícia, foto ou algo que possa saciar a nossa vontade. Se a marca é ruim sofremos por relembrar do trauma, podemos ficar remoendo, relembrando momentos, pensando em “n” possibilidades daquilo que poderia ser diferente e no fundo só estamos causando a nossa dor. Somos torturados em um trabalho conjunto da mente que traz à tona as lembranças e pelo coração que a cada lembrança nos faz sentir novamente o sentimento por alguém que não temos mais. Não somos somente vitimas nessa relação, também somos capazes de deixar marcas. Cada um lida com sua própria dor, e cada um tem o direito de se achar “o maior sofredor do mundo”.

Preguiça

Preguiça.

 

A preguiça de acordo com o dicionário é aversão ao trabalho; pouca disposição para trabalhar; ócio. Lentidão em fazer qualquer coisa; morosidade; estado de moleza. A definição pode ser pouco conhecida, mas o que ela representa não é. Nós “enfrentamos” diariamente e cada indivíduo trava sua batalha pessoal. Ela pode ser quando se acorda na segunda para ir trabalhar, e aí você sente que o final de semana de bebedeira com os amigos serviu para trazer cansaço e a preguiça. Pode ocorrer após a refeição, quando vem aquele sono típico pós-almoço. Há diversas situações em que pode ocorrer e outras em que ela serve como incentivo. Há tempos refleti que o homem que havia inventado a roda seria o mais preguiçoso, pois ele criou algo que possibilitou uma tremenda economia de energia (rs). Desde então, penso que as invenções vão à direção da preguiça, e corroboram para que o Homem tenha que desempenhar a menor quantidade de energia e com o maior conforto e comodidade possível. Seria como um amigo de graduação dizia: é a lei do menor esforço. Não quero aqui dizer que realmente somos todos preguiçosos. Entretanto, acho que devemos reconhecer esse sentimento que há dentro de nós, mas que é visto com ojeriza pelo mundo capitalista do trabalho.

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