A tomada de decisão é algo presente nosso dia a dia. As ações que tomamos muitas vezes podem ser arriscadas. O cálculo do risco está presente durante o processo de escolha. Às vezes somos arbitrários e assumimos riscos que julgamos nunca acontecer a nós. Seria como se nos achássemos acima do bem e do mal, intocáveis, inabaláveis por quaisquer riscos. O motivo da “soberba” fica por conta da baixíssima probabilidade de algo dar errado, mas não refletimos que em cada evento a chance do erro é semelhante, e um momento aquela situação sumariamente ignorada pode acontecer. Encarar o erro é algo dolorido e pode consumir tempo, gerar tristeza. Não basta encenar, discursar perante amigos ou pessoas envolvidas se na próxima ocasião repetir os passos. Assumir o ato é sinal de grandeza e maturidade, porém essa posição deve ser tomada quando realmente há arrependimento e compreensão de que em próximo caso semelhante a atitude será diferente.