O nosso desejo por uma nova atividade possui origem. Ela pode ser de algo corriqueiro que acontece em nosso cotidiano ou pela admiração ao ver alguém desempenhando. Entre a realização e a aspiração ocorrem etapas de amadurecimento da ideia previamente elaborada. Seria como o processo da compra: pensamos o que comprar, porque ter, onde adquirir e até onde descartar. O primeiro uso pode determinar nosso comportamento perante o objeto. Processo análogo ocorre quando vamos desempenhar uma nova atividade. A primeira experiência pode ser traumática e causar o abandono, mas o choque pode ocorrer por não estarmos preparados ou por não sabermos escolher. Seria como querer adquirir o hábito de ler e iniciar por algo que não cause interesse ou começar a correr e tentar encarar uma prova. Necessário é ter calma, sabedoria para escolher e perseverança para incorporar a atividade ao seu cotidiano. A persistência nos faz encontrar o prazer; altera o que de inicio foi desagradável em algo que motive e sentimos desejo em fazer. Assim, adquirimos força para enfrentar os desafios que queremos superar, aumentamos nosso desempenho. Como nos exemplos, seria o ato de descobrir o prazer pela leitura, compreender a sutileza e beleza que a literatura proporciona ou na corrida, tendo força para correr, disposição para melhorar o rendimento e o prazer em praticar o esporte tornando as práticas parte da vida.