bolha

 

Desde que nascemos a nossa realidade é aquilo que está a nossa volta. Seria como se vivêssemos dentro de uma bolha que age como prisma da realidade que a nossos olhos. A nossa condição social é fator primordial na construção da realidade catalisada pela nossa “bolha”, uma “bolha social”. Praticamente chegamos a viver mares de felicidade, onde a triste realidade fica além do horizonte, local em que nossa visão não alcança. Há acontecimentos que rompem a nossa bolha, seria como um trauma em que nossa bolha é rompida e a realidade que estava atrás do horizonte invadisse nosso olhar e nosso coração. As experiências são traumáticas e alteram nossa percepção da realidade. Podemos negar a ocorrência da experiência e tentar refazer a bolha, ou podemos alterar, encarar a realidade que nos envolve. Podemos construir nosso pensamento critico e alterar nossa atitude e valores. A ação em resposta aos acontecimentos é individual e deve ser respeitada, por mais que a indiferença das atitudes de terceiros nos cause náusea. Cabe a ação particular e com seus motivos para que o choque traumático resulte em ações transformadoras da “nova” realidade que outrora não era vista.